quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Por que o amor dói tanto?

Não é de hoje que sabemos o quanto o amor fere e machuca os eternos apaixonados, aquele sentimento que tinha tudo pra ser o melhor sentimento do mundo acaba por vezes aprisionando e destruindo os corações apaixonados. Afinal por que o amor dói tanto, como a gente consegue se sentir tão destruída por causa dele em algumas situações?
Quando sonhamos com o amor, não sonhamos com tristezas, menos ainda com dor. Sonhamos com beijos, noites enluaradas e momentos a dois. Sonhamos com felicidade eterna e sem defeitos.
Mas quando o amor chega, ele nos desnuda e quanto mais se apossa de nós, mais nos desnudamos, nos tornamos expostos, à mercê do outro, que toma pra si nossas vontades, nos tornamos transparentes.
Não se esconde de ninguém olhos amorosos, o amor transparece em nós como se estivesse escrito em grandes letras e todas as línguas. Daí nossa fragilidade diante de um sentimento tão grande.
A outra pessoa fica dona do nosso sorriso, ela controla nossa tristeza, não conscientemente, somos nós que, segundo palavras ou gestos, reagimos assim. E o amor dói em nós profundamente.
Mesmo no auge da felicidade, ele dói ainda. Dói de saudade, de medo de perder.
Deveria não ser assim, deveria ser felicidade sem fim, sem altos e baixos. Sem lágrima derramada. Mas... teria o mesmo gosto? Seria o amor tão maravilhoso se não houvesse essa possibilidade de perda que faz com que nos agarraremos a ele com mais intensidade ainda? O que mais chama a atenção em todos esses inúmeras histórias de sofrimento é que, segundo pesquisa recente a maioria é unânime em afirmar: prefere mil vezes sofrer por amor do que nunca ter vivido ou sentido isso por ninguém. É isso ai, o que importa é amar, o sofrimento é uma consequência que todos nós já estamos preparados para enfrentar. Então vamos amar intensamente, todos os dias, enquanto se pode amar.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Teoria da Conspiração.

Michael Jackson is dead, faz mais de 30 dias que o maior ícone pop do mundo morreu, a principio por overdose de medicamentos pesadissímos que usava para dor. Mas há quem diga que ele foi assassinado e outros que ele não morreu. Eu não duvido da ultima opção, não é de hoje que sempre que um ícone pop desaparece, ou morre por overdose de drogas se cogita a possibilidade de uma morte forjada. O por que? Quem poderá saber, no caso de Michael poderia bem ser pra ganhar uma grana e sair do buraco e da dívida milionária que adquiriu. Ele nunca vendeu tantos discos como agora depois de "morto". Há quem diga que toda aquela despedida emocionada transmitida por mais de 100 canais no mundo inteiro foi tudo uma representação, caixão vazio? Quem sabe, onde está o corpo? Difícil saber, teorias da conspiração sempre existiram, Elvis não morreu, Paul Mccartney é um sósia e o verdadeiro morreu faz um tempão, Kurt Cobain está vivo, o homem nunca esteve na lua, os EUA foram responsáveis pelos atentados de 11 de setembro pra poderem entrar no Iraque . E por ai vai, afinal não podemos simplesmente aceitar tudo o que a mídia nos mostra, porque tá na cara que é tudo maquiado e distorcido. Bem eu acho que o Michael não morreu, que tá escondido em Neverland assustando turistas bobos que pagam qualquer coisa pra entrar lá. Quando tudo isso passar e ele sair do buraco financeiro vai mudar de identidade e vir morar no Brasil, afinal aqui pode tudo e ele vai envelhecer por aqui mesmo, sem nunca ser descoberto. Afinal aqui tudo acaba em pizza mesmo.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Madonna no Brasil...

Bem, todo mundo já está sabendo que a poderosa rainha do pop vem para o Brasil em Dezembro. A principio seriam 2 shows, agora já são 5. Mas o comentário é sobre a caótica venda de ingressos através da empresa Time For Fun. Uma palhaçada sem fundamento e sem fim. Primeiro exigência absurda de só quem estivesse cadastrado no site da empresa poderia comprar os ingresso pela net. Depois a taxa absurda de conveniência de 20% em cima de cada ingresso comprado. Até o procon entrou na história, devido a reclamação dos fãs. Pra encerrar a palhaçada, só quem tivesse cartão do banco bradesco poderia adquirir os ingressos. Depois de horas de tentativas na internet, dias de espera na fila e pontos de venda finalmente temos 75 mil pessoas satisfeitas para o show do Rio. Mas restou ainda um legião de seguidores inconformados, cansados e indignados. Para esses não existe consolo, foi mesmo muita sorte pra quem conseguiu, realmente subestimaram os fãs brasileiros, pra quem não conseguiu , paciência. Pra quem vai, muito bom show.

domingo, 10 de agosto de 2008

Hola que tal...último dia.

E o sábado chegou, confusão na hora de descer com as bagagens, tava um frio desgraçado nesse último dia, colocamos as coisas no bus e tinhamos que ficar vagando por Buenos até as 15 horas, horário combinado para irmos embora. Eu , Cris e Reges, voltamos a aquela triste rua onde perdi um pedaço do meu dedo kkk. Muito frio, e eu só de básica, deixei todos os casacos no ônibus, mais algumas comprinhas e uns vinhos. Fomos achar um lugar pra comer, já aproveitamos e ficamos um bom tempo por lá, pra passar o tempo e não termos que encarar o frio lá fora. Duas horas, vamos pro ônibus, mas antes a Cris quer ir no banheiro, ainn, entramos no mac, aproveitamos e ligamos pra casa pra avisar que estávamos saindo de Buenos. Eu ganhei um café do mac da Cris huhu( bem melhor do que o café tortoni). Na entrada no bus, guerra de travesseiros promovida pela Claudinha e compania Ltda, se foi meu café. Saímos as 2 e 30, meia hora antes do combinado. No caminho de volta, todo mundo detonado, com excessão da motosserra elétrica que roncava atrás de mim e da Suzi, tudo foi silencioso, a Marci CK tomou dramin de novo, mas dessa vez nem vi ela se transformar. Tava muito cansada. Fim da linha, fim de viagem. Teve seus altos e baixos, mas tudo valeu a pena. Buenos Aires é linda de se viver. Espero voltar lá algum dia desses. Eu e toda a galera doida que foi. Mi Buenos Aires Querido.

Sopa Vono a 1 da madrugada...Em Buenos Aires podiii.

Depois de tantas coisas estávamos com muita fome, Cris e Reges praticamente compraram todas as sopas do mercadinho da esquina eu acho. Para ir até a cozinha tínhamos que passar pela festinha do Hostel. Bem animadinha hehe, eram brasileiros, argentinos, chilenos e uruguaios juntos, mostrando suas diferentes culturas. E a nossa era de matar: Dança do créu huahuahuahua. Ai o pessoal resolveu sair, mas antes a pausa pra sopinha né. Nuss, o fogão pra vocês terem idéia tinha que acender um pedaço de papelão e ai acender o fogo, que perigo, eu pra variar quase me queimei também...Depois da sopa fui pra uma baladinha, a última de Buenos. Que lugar mais sinistro, essa palavra esteve presente em toda a viagem. Cara, parecia uma igreja transformada em boate. E eu pensei: meu Deus, sacrilégio...Uma cacetada pra entrar, 30 pesos. Um energético lá dentro custava 15 pesos, no mercadinho o mesmo era vendido a 3 pesos. Mas valeu a pena, um lugar muito psicodélico em todos os sentidos. Na volta, táxi, acreditem andar de táxi lá é mais emocionante do que montanha-russa. Sem noção, parece que a qualquer momento a gente vai MORRER, huhuhu. Chegamos as 5 horas e no outro dia tinhamos até as 10 pra tirar nossas coisas do hostel. Detalhe, só no último dia fiquei sabendo que podíamos pedir lençóis pra colocar na cama. Passamos a semana toda dormindo só com o colchão.

Dancinha do quadrado e luta livre no hostel.

Chegou a última noite in argentina, a maioria do pessoal tava tri cansado e resolveu não sair, já que ia ter uma festinha ali mesmo no Hostel. Nesse momento em um quarto perto dali estava para acontecer uma luta espetacular. Eu, Fernanda Lange durante o dia e Paola Braccio na noite estava prestes a enfrentar a criatura bizarra que se transforma quando toma dramin...A Marci, CK e indecente. Apresentações a parte nós nem conseguimos terminar o primeiro round porque a toda hora passava alguém que atrapalhava tudo. Desistimos então dessa luta, já que estava claro também a minha superioridade diante da criatura Marci CK. Então em uma produção cinematográfica dançamos a melhor versão da dança do quadrado dos últimos tempos. Merecedora de concorrer ao Grammy, a interpretação fiel e em espanhol legítimo de Isabel, e as performances extraordinárias de Marci CK, Moni Biquinho e eu Paola Braccio( era noite, lembrem que eu só era Fernada durante o dia), foram espetaculares. Se naquele momento um empresário ou um olheiro estivessem por ali seríamos contratadas na hora para um show internacional. (Opa, mas a gente já estava internacional). Como plátéia desse monumental espetáculo tinhamos poucas pessoas de sorte que estavam ali no momento. Cris que estava contemplando nossa dança e fazendo prancha nos cabelos e do nada surge a xuxa, ex litlle, agora rubia Flávia, como em todas as ocasiões ela diz: Eu não acredito que vocês estão dançando a dança do quadrado?Ainn rubia, xuxa, little, perdeu a maior performance.

Hola que tal... dia 6...

Esse Rastel, quer dizer hostel tinha de tudo mesmo, fora que tudo estava em adiantado estado de decomposição, inclusive o teto de alguns quartos, como foi o caso do quarto de minhas queridas amiguinhas. Bueno, nesse último dia todo mundo foi pra lugares diferentes, alguns foram para as lojas da Nike e tal pra fazer compras, eu e mais algumas pessoas fomos para o Jardim Japonês. Um lugar muito legal, depois fomos comer alguma coisa e eu finalmente precisava de um tempo só, pra ver as coisas que gostava e comprar algumas coisinhas também. Eram duas da tarde e eu peguei a rua sarmiento e me fui. Muita coisa, muita loja, principalmente lojas japonesas. Outra curiosidade é que existem várias lojas em que você tem que comprar um valor mínimo, acredite, encontramos uma que o valor mínimo era 300 pesos. Hola que caro. Depois de perambular por umas 3 horas mais ou menos estava voltando pro hostel e dei de cara com a Cris e o namo saindo. Eles me convidaram pra ir junto comprar umas coisinhas e eu acabei indo. Se eu soubesse o que ia acontecer não tinha ido não, huahuahua, eles fizeram todo o caminho que eu tinha acabado de fazer, tudo de novo, ainn, e ainda por cima perdi um pedaço do meu dedo por lá. Sério mesmo, entramos em uma loja japonesa e eu impliquei com uma lata, que pra mim parecia de colocar biscoitos dentro. Que biscoito o quê. Era um ralador de pão, e ralou um pedaço do meu dedo. Meu, que dor, ainda bem que a Cris tinha lenços de papel( ela sempre tem), pra me ajudar, credo não parava mais de sangrar aquilo. Que mierda mesmo. Voltamos pro Hostel e eu fui catar um band aid...ainn que dor.